No sol quente do ponto de ônibus ele, tão sóbrio de suas emoções, respira profudamente. Puxa o ar com tal calma- até o fim- que depois de sentir-se momentaneamente completo, esvazia-se.
Marcel Santiago Soares
-psicológo e palhaço de nascença-
sábado, 5 de janeiro de 2008
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Um comentário:
simples, totalmente.
gostei de ter lido isso, agora.
=)
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