Ando pelas esquinas da casa. Entre corredores corro daquilo que não me deixa dormir. Vago pela cama, embolo-me em lençois e pequenos espasmos de sonho, desejando alguma felicidade que eu nem sei onde se compra. Rolo mais um pouco, levanto, faço um sanduiche (ou sandwich), um pouco de iogurte pois a coca acabou. Leio, assisto um filme. Faço tudo que se faz normalmente e o sono que já estava comigo me diz que é hora de tentar novamente.
Faço tudo normalmente, novamente, na esperança de ter respostas pra perguntas que nem foram feitas...
segunda-feira, 27 de abril de 2009
terça-feira, 21 de abril de 2009
Recomeçar. Mas por onde?
Um novo começo? Uma nova página? Uma nova escrita? Esquecer o que já foi dito e procurar novas palavras para uma nova definição?
Um novo certo alguém com as mesmas certas inquietudes já conhecidas, mas ainda não decifradas. O medo das palavras que agora se espalham e que qualquer um pode ler, podendo nas entrelinhas me reconhecer. Perder o medo e a onipotência que só os hérois, palhaços e pais costumam ter. Perder tudo. Deixar-se ir e começar novamente, desta vez, sem medo de perder, sem medo de sentir.
Um novo começo? Uma nova página? Uma nova escrita? Esquecer o que já foi dito e procurar novas palavras para uma nova definição?
Um novo certo alguém com as mesmas certas inquietudes já conhecidas, mas ainda não decifradas. O medo das palavras que agora se espalham e que qualquer um pode ler, podendo nas entrelinhas me reconhecer. Perder o medo e a onipotência que só os hérois, palhaços e pais costumam ter. Perder tudo. Deixar-se ir e começar novamente, desta vez, sem medo de perder, sem medo de sentir.
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