Das histórias que se fazem a vida. Tenho muitas delas, e acho que todo mundo tem, depende exclusivavente de como se conta.
Precisamos de um cenário, onde a historia se passa. Precisamos de personagens, e precisaremos tambem de uma série de acontecimentos que tenham um final agradavel. Esqueci de contar o mais importante: empolgue-se. Ninguem aguenta contadores deprimidos
Nesse primeiro post vou falar dos cenários. Podem ser muitos, tanto faz se for um banco de areia, uma festa ou sua cama, merdas acontecem em qualquer lugar. Melhor falar de festa, já que pela regra, o número de merdas é proporcional à quantidade de pessoas. Se somar álcool no meio o resultado é: merda!
Eu sei, o cenário não é tudo, não são as pessoas, mas lá é onde as coisas se misturam. O cenário é uma grande batedeira de merda.
Então, depois de pisar em vomito, tomar toco, sentir-se um idiota não encaixado naquele ambiente, beber muito, andar até um ponto a 8 Km da festa calçando um sapato que não é seu, e por fim andar num ônibus com cheiro de peixe eu chego a uma conclusão: às vezes da merda!
Marcel Santiago Soares
-psicólogo e palhaço de nascença-
domingo, 28 de outubro de 2007
sexta-feira, 19 de outubro de 2007
Antônia
Decidi hoje alguma coisa. Não! Na verdade, decidi a muito tempo alguma coisa. Ficar em casa. Mas hoje, consegui fazer o decidido. Escutar uma música, tomar banho, assistir globo repórter, ficar sentado na frente do computador... E quem sabe até escrever em um blog que não estava esquecido.
Uma escolha que demanda energia. Faz tempo que penso sobre isso, sobre não mais pensar. É... quer dizer, só penso quando o mp4 está desligado, quando o livro esta fechado, quando o sinal está fechado, quando... quando é passado ou quando é futuro?
Essas duas coisas se misturam quando o tempo para. A quantidade de tatuagens com dizeres "carpe diem" aumenta, a minha ideia de viver profundamente não só é cada vez mais nebulosa como duvidosa...
Se, eu ficar por aqui hoje resultar em alguma coisa amanha assisto Zorra Total.
Enquanto isso, "Antônia Brilha"
Marcel Santiago Soares
-psicólogo e palhaço de nascença-
Uma escolha que demanda energia. Faz tempo que penso sobre isso, sobre não mais pensar. É... quer dizer, só penso quando o mp4 está desligado, quando o livro esta fechado, quando o sinal está fechado, quando... quando é passado ou quando é futuro?
Essas duas coisas se misturam quando o tempo para. A quantidade de tatuagens com dizeres "carpe diem" aumenta, a minha ideia de viver profundamente não só é cada vez mais nebulosa como duvidosa...
Se, eu ficar por aqui hoje resultar em alguma coisa amanha assisto Zorra Total.
Enquanto isso, "Antônia Brilha"
Marcel Santiago Soares
-psicólogo e palhaço de nascença-
quinta-feira, 4 de outubro de 2007
Habumba Bumba Ê!
Quando criança costumava assistir "O Rei Leão" com muita freqüência, para meu pediatra freqüência até demais. Adorava tudo, as cores, os animais, a música. Não sei se havia algo em especial que eu gostava mais, era tudo mágico. No outro lado, a morte de Mufaza para mim era um martírio, aquilo doia de tal modo que eu não olhava a cena da queda. Quando Simba aproximava-se do pai e pedia para ele levantar... não gosto nem de lembrar.
Haviam outros filmes que me interessavam, assim como outros desenhos. Mas Deus sabe porque eu escolhi " O Rei Leão" para falar. Até hoje canto Hakuna Matata, e me empolgo muito quando chega a hora de soltar o agudo! Auííiiiiíí habumba bumba auê!
Tenho muito medo dos ciclos, principalmente dos ciclos sem fim e nem sempre sinto que me guiará. Sinto que repito muito as coisas, as historias e blábláblá. Sinto até que já escrevi sobre isso...
Os franceses chamam isso de deja vú (pronuncia-se ví). Eu chamo de vida.
Marcel Santiago Soares
-psicólgo e palhaço de nascença-
Haviam outros filmes que me interessavam, assim como outros desenhos. Mas Deus sabe porque eu escolhi " O Rei Leão" para falar. Até hoje canto Hakuna Matata, e me empolgo muito quando chega a hora de soltar o agudo! Auííiiiiíí habumba bumba auê!
Tenho muito medo dos ciclos, principalmente dos ciclos sem fim e nem sempre sinto que me guiará. Sinto que repito muito as coisas, as historias e blábláblá. Sinto até que já escrevi sobre isso...
Os franceses chamam isso de deja vú (pronuncia-se ví). Eu chamo de vida.
Marcel Santiago Soares
-psicólgo e palhaço de nascença-
Assinar:
Postagens (Atom)