Eu sofro sofrimentos do passado, quase renegados que encontram um cantinho na felicidade do presente pra se apresentar.
Sofro como outros sofrem, mas sofro sozinho e acompanhado. E até acho que começo a gostar desse mau olhado.
Mas que meus fantasmas não ocupem um lugar certo, que eles saiam porta afora. Porque há vida aqui e precisa de espaço pra se mecher.
Porque aos poucos as portas se abrem. E dá medo da luz que pode entrar.
Com calma agente chega lá. Mas se eu cair, não me deixe desistir.
Marcel Santiago Soares
-psicólogo e palhaço de nascença-
domingo, 24 de agosto de 2008
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