segunda-feira, 21 de maio de 2007

Sonho

E no meu sonho ela possuía uma pele que me possuía. Por minha vez, entregava-me naquilo que a rimar não dá conta.

Tal era a maciez dela que minha mão quase deslizavam tendo, no entanto, a certeza que sentia o gosto de cada pedaço que pudesse agarrar.

E era tantos os apegos e tanto o aperto que me pego duvidando se o gosto que sentia realmente vinha daquele tato. Juro que sentia outro tato pulsar.

Marcel Santiago Soares
-psicólogo e palhaço de nascença-

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